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sexta-feira, 5 de agosto de 2016

A triste ilusão das falácias e a verdade insana

Ele esquecera de tanto, porém, dentro dele algo inquietava-se.
Foi antes da noite acabar. Tudo ainda muito lento depois de toda a aceleração da noite promíscua e infinita. Tantos argumentos, discursos convictos e emotivos, beijos com muita libido, mas mais certeza de rebeldia e uma ideia carente de liberdade... Perfeito ao seu modo, Ela pensou. O que lhe observava não julgava perfeição, nem sentia prazeres que o rosto Dela anunciava... Um pequeno remorso jazia no olhar frio dele: Partir. Todavia, todo vício cobra. Todo. Então, ele esperou Ela se despedir, afrontando seus inimigos invisíveis e os deuses alheios, quando ela se encheu de certeza que dormiria com uma pela manhã e escolheria entre dois à tarde: "Aquele que fora esperado", assim ele achava que se traduzia seu nome, a agarrou com pouca força pelo pescoço e a puxou para a imundice do beco. O medo e o terror tomaram-lhe a mente, enfim Ela estava diante de algo que tanto lutava contra. Ele sorriu. Ela tentou gritar, mas sua traqueia não tinha forças... Ele esperou o sangue acumular-se; então, todas as ditas lutas e anseios escorreram pelo vazio, e o vampiro Samuel Blokowski fizera sua última vítima naquela cidade.

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