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segunda-feira, 31 de julho de 2017

Sonhos das marés vermelhas e turvas



De dentro dos mortos, apenas o silêncio. Os sacerdotes do Império Dragão dizem que quando alguém morre, sua alma sobe aos céus para servir aos dragões na "Guerra Eterna" contra os "Invasores do Infinito"... No entanto, se sua alma não completou a demanda a qual estava destinada, ela desce para alimentar as raízes de Erboryum e nascerem, se assim a Árvore Sagrada decidir, como novos e promissores frutos: podem voltar de qualquer jeito! Até de outra raça! Os elfos dizem que quando raramente descem às raízes, sempre voltam como elfos, e no pior dos casos como um drow...
O mar foi feito das lágrimas de Aynnozama, quando Draakya não "nasceu". Como uma tristeza, pode ser calmo e saudoso, ou tempestiva e profunda... Contam que em áreas quase no fim do mundo - onde quer que isso seja! - os mares ficam vermelhos, e cheio de redemoinhos perigosos! Que levam a outros mundos, cada vez mais distantes - ouve-se choros, não de pessoas, da própria Mãe Dragão... No barco, os corpos não fediam, o que era de se estranhar, o silêncio, tal qual nas cascas vazias, imperava. Então, o capitão, antes imediato, antes homem, viu! "A MARÉ ESTÁ RUBRA!". Respirou fundo e quase sorriu: "Estamos perto. Muito perto."

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