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terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Bem que fora dito...

O estupor sobrevoa o infinito!
Foi o que ela me disse... Amada?! Óbvio que não!
Amada ou amado! As rimas precisam deles!
Nós não! EU e meus parcos versos domesticáveis, não!

Ontem sonhei com sangue e doenças... Quase achei graça...
Quase me comovi... Mas só escrevi agora... Repetido!

Aleck, minha louvada companheira de lucidez, aponta:
Versos estranhos... Hum... Estranho... Sim... Estranhar!

Retomar a vil filosofia dos artistas é ultrapassar a barreira do bem!
Nada de importante!
A dislexia é linda: Ela faz-te voltar e refazer e apagar aquilo que nunca...
... Nunca deveria ter aparecido!

Dislexia, estupor, amantes... E os versos crescem!
Como uma cidade desordenada!
Não reclamo: amo cidades desordenadas!
Amo? Que amo nada! Se ela não desse o que preciso,
Iria pra longe dela!

Penso na comida e no banho...
Ei de realizá-lo primeiro, nada de higiene, isso é para os poetas!
A água do banho toca sua alma - renova espírito:
E um pensamento tosco desse te leva a se assumir idiota!

Divago e falta-me ideias!
Ei de gritar por Aleck...
Provavelmente ela já foi...

E nem deixou um cigarro!
(Se bem que hoje não é dia de fumar...)



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